JR East recua em plano para detectar ex-condenados
A East Japan Railway Company recuou em seu plano de ter câmeras de vigilância em algumas de suas estações usando tecnologia de reconhecimento facial para detectar pessoas com antecedentes criminais graves.
A empresa instalou as câmeras em estações-chave na área da Grande Tóquio em julho, antes das Olimpíadas e Paraolímpicas de Tóquio.
A empresa havia explicado que as imagens faciais registradas em seu sistema de vigilância seriam de pessoas procuradas pela polícia.
Mas veio à tona que pessoas que cumpriram penas de prisão por crimes graves e liberdade condicional também estariam entre os vigiados.
A empresa não definiu claramente “crimes graves”, mas diz que presumiu que as pessoas que cometeram ataques terroristas indiscriminados seriam alvos. Acrescenta que nenhuma dessas pessoas foi registrada no sistema.
A empresa havia notificado o público nas estações e em seu website que estava usando a tecnologia para detectar ex-condenados e presos em liberdade condicional, cujas informações podem ser obtidas através de um serviço de promotores públicos para vítimas de crimes e outros.
A empresa retirou os ex-presidiários e os presos em liberdade condicional de sua lista de alvos na terça-feira (21) depois que especialistas disseram que a proteção da privacidade requer regras claras, incluindo legislação, sobre alvos de detecção.
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