Especialistas japoneses criticam a desinformação sobre vacinas
O Instituto Nacional de Doenças Infecciosas do Japão criticou fortemente partes de seus relatórios sobre as vacinas contra o coronavírus chinês que foram inadequadamente citadas e publicadas na Internet.
Pesquisadores do Instituto relataram no mês passado que 67 pessoas no Japão foram confirmadas como infectadas com o coronavírus chinês durante o período de três meses até junho, apesar de estarem totalmente vacinadas.
As infecções que ocorrem 14 dias após o recebimento de doses da vacina contra o coronavírus chinês são conhecidas como casos de ruptura.
Embora tais casos tenham sido relatados em outros países, os pesquisadores dizem que as vacinas são altamente eficazes, acrescentando que ainda é importante tomar medidas anti-infecciosas mesmo depois de serem inoculadas.
Mas algumas pessoas usaram partes das reportagens para alegar falsamente nas mídias sociais e em outros lugares que o Instituto reconheceu que as vacinas eram ineficazes.
Em uma declaração, o Instituto expressou profunda preocupação de que partes de seus relatórios estavam sendo usadas de uma maneira que é conveniente para algumas pessoas. A declaração dizia que isso não só dá a impressão de que o Instituto está enviando a mensagem errada, mas também distorce discussões saudáveis, baseadas na ciência.
O chefe do instituto, Wakita Takaji, disse que é claro que as vacinas são eficazes para prevenir o desenvolvimento de sintomas ou causar doenças graves, e que se espera que surjam casos de descoberta à medida que as vacinas progridam. Ele acrescentou que é preciso entender que há muitas pessoas protegidas contra infecções pelas vacinas.
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