Tailândia estabelece novas restrições anti-coronavírus chinês
A Tailândia está impondo controles mais rígidos do coronavírus na capital e províncias vizinhas por duas semanas a partir desta segunda-feira (12). Novas infecções diárias pairaram em torno de 9.000 nos últimos dias, e as mortes ocorreram em dezenas de casos. A culpa é da variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia.
As lojas estão fechadas em Bangkok, exceto para negócios essenciais, como supermercados e bancos. Lugares de alto risco, como casas de massagem e salões de beleza, têm sido obrigadas a fechar suas portas.
As pessoas são incentivadas a trabalhar em casa o máximo possível.
Um homem de anos 60 disse: “É inevitável, para acabar com as infecções. Se isso não for feito, os casos continuarão se espalhando”.
Um proprietário de uma banca de alimentos disse: “Não é bom porque prejudica as pequenas empresas e os operadores. Não há medidas corretivas para nos ajudar em nada”.
Foram criados postos de controle policial em toda a capital para impor o último toque de recolher. As viagens através das fronteiras provinciais foram restringidas.
Enquanto isso, os funcionários do Ministério da Saúde tailandês dizem que darão aos trabalhadores médicos uma vacina de reforço da Pfizer ou da AstraZeneca. O anúncio ocorre depois que 600 profissionais da saúde foram infectados apesar de terem sido totalmente inoculados com a vacina chinesa (Sinovac).
Mais de um milhão de vacinas AstraZeneca doadas pelo Japão foram entregues ao governo tailandês.
A Tailândia está lutado para garantir vacinas, e apenas 13% da população teve pelo menos uma dose.
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