Líderes do G7 procurarão enfrentar a China
O Grupo dos Sete líderes encerrou sua cúpula de três dias neste domingo (13), com uma mensagem para a China. Seu comunicado prometeu apoio aos esforços globais da vacina contra o coronavírus chinês e a uma economia em atraso e tomou nota da crescente influência internacional da China.
A mensagem ocorre em meio à pressão para tratar de uma ampla gama de preocupações – desde direitos humanos a agressões marítimas e transparência.
Os líderes pediram a cooperação chinesa em estudos sobre as origens do coronavírus chinês.
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse: “Esta cúpula foi a primeira reunião de líderes do G7 – na verdade, a primeira reunião de praticamente todos os líderes – em quase dois anos, e sei que o mundo esperava que rejeitássemos alguns dos egoísmos e abordagens nacionalistas que mancharam a resposta global inicial à pandemia e que canalizássemos todo nosso poder diplomático, econômico e científico para derrotar o coronavírus chinês para sempre”.
O comunicado diz que os líderes ressaltam a importância da “paz e estabilidade através do Estreito de Taiwan”.
As nações também estão “seriamente preocupadas” com a situação nos mares do Leste e do Sul da China.
Eles destacaram as preocupações com os direitos humanos na Região Autônoma de Xinjiang Uygur. E apelaram para a China proteger a autonomia garantida às pessoas em Hong Kong.
O presidente americano Joe Biden disse: “A China tem que começar a agir de forma mais responsável em termos de normas internacionais sobre direitos humanos e transparência”. Ele acrescentou: “A transparência é transversal”.
O presidente francês Emmanuel Macron disse que o G7 não é “hostil à China” e gostaria de trabalhar com o país assim que ele estiver pronto para trabalhar com eles.
O primeiro-ministro japonês Suga Yoshihide disse que os países do G7 compartilham valores fundamentais que lhes permitem falar em uma só voz.
Suga disse: “O G7 concordou com uma série de políticas que visam ajudar a garantir a recuperação da economia global e todos os nossos países trabalharão para estabelecer uma ordem internacional livre e aberta”.
Suga acrescentou que os líderes vêem as próximas Olimpíadas como um símbolo dessa unidade global.
Ele também tocou em outras questões diplomáticas – incluindo o trabalho de desnuclearização da Coréia do Norte. E ele disse que apoiarão os esforços para resolver a questão dos japoneses sequestrados pelo Norte há várias décadas.
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