Hong Kong em alerta máximo para o aniversário do massacre de Tiananmen
A polícia de Hong Kong está intensificando as medidas de segurança nesta sexta-feira (4), o primeiro aniversário da repressão de Pequim de 1989 contra ativistas pró-democracia, após uma nova lei de segurança nacional ter entrado em vigor no território no ano passado.
O debate público sobre o massacre de Tiananmen tem sido tabu na China continental, mas um grupo cívico em Hong Kong foi autorizado a realizar uma vigília anual por causa da estrutura “um país, dois sistemas”.
Mas a polícia de Hong Kong proibiu o evento deste ano, citando a pandemia do coronavírus chinês. É o segundo ano consecutivo em que a vigília é proibida.
A polícia advertiu, repetidamente, as pessoas contra a participação no memorial, dizendo que tratariam como manifestações ilegais.
Os meios de comunicação locais dizem que a polícia planeja destacar cerca de 7.000 agentes em toda Hong Kong para fazer cumprir as proibições de manifestação. E a segurança rigorosa estará em vigor na sexta-feira à noite, quando a vigília foi originalmente planejada.
Há chamadas à mídia social para que as pessoas se lembrem das vítimas à sua própria maneira, ou para que usem o preto para expressar seus sentimentos.
- Hildegarda de Bingen e a cerveja - 12 de fevereiro de 2026 6:12 am
- Presidente do Irã, Pezeshkian, diz que governo está pronto para ouvir população - 12 de fevereiro de 2026 2:24 am
- Ogawa e Shina anunciam candidatura à liderança do CRA - 12 de fevereiro de 2026 2:05 am
















