Conselho de Segurança da ONU dividido sobre a violência israeli-palestina
O Conselho de Segurança da ONU não conseguiu chegar a um acordo sobre uma resposta unida à violência entre Israel e palestinos, com os Estados Unidos se opondo a uma minuta de declaração.
Uma reunião de emergência de porta fechada do Conselho ocorreu na quarta-feira (12) a pedido da China, que detém a presidência, assim como da Noruega e da Tunísia, após uma sessão de emergência na segunda-feira (10).
Após a última reunião, Linda Thomas-Greenfield, embaixadora dos EUA na ONU, tuitou, “Exortamos a desescalada da violência para acabar com a crise em curso em Israel e Gaza”. Ela também escreveu: “Reconhecemos o direito de Israel de defender seu povo e seu território, e acreditamos igualmente que o povo palestino precisa ser capaz de viver em segurança e proteção”.
A China e outros propuseram um esboço de declaração apelando às forças de segurança israelenses e ao grupo terrorista islâmico Hamas para acabar com a violência.
Mas fontes familiarizadas com o assunto dizem que os EUA, que apóiam o direito de autodefesa de Israel, se opõem ao esboço.
Acredita-se que a China esteja considerando mudar a redação do esboço, entre outros esforços.
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