Japão ocupa uma baixa posição na paridade de gênero no parlamento
Uma pesquisa internacional revelou que a representação feminina nos parlamentos nacionais em todo o mundo atingiu um recorde de 25,5%, aumentando 0,6 pontos percentuais desde 2019. Mas o Japão está muito longe, com as mulheres representando menos de 10% de seus membros da Câmara dos Deputados.
Os números estão contidos nos resultados de uma pesquisa da União Interparlamentar sobre o número de mulheres nas câmaras baixas e alta do parlamento em 1º de janeiro deste ano. A publicação precede o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março.
De 193 países, Ruanda teve a maior representação feminina, com 61,3%, seguido por Cuba, com 53,4%, e EAU, com 50%.
A participação de mulheres legisladoras na Câmara dos Deputados do Japão foi de 9,9%, inalterada em relação ao ano anterior. O Japão ficou em 166º lugar na lista, um lugar inferior ao do ano anterior.
Dos países industrializados do G7, a França ficou em 27º lugar com 39,5%, a Itália em 35,7%, e os Estados Unidos em 67º lugar com 27,3%. O Japão foi o único país do G7 a ficar abaixo do 100º lugar.
A IPU observa que a política japonesa é dominada pelos homens, e que o Japão é um dos países desenvolvidos com classificação mais baixa.
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