GUINGA recebe Luísa Lacerda no penúltimo show da série no CCBB

No oitavo encontro do projeto GUINGA E AS VOZES FEMININAS, o violonista homenageado receberá dois cariocas: a cantora, compositora e violonista Luísa Lacerda e o saxofonista Zé Nogueira, que inspirou Guinga a compôr “Choro pro Zé” para ele. Zé é um dos grandes instrumentistas do nosso Brasil, sempre ligado em grupos e projetos de renome. Será no domingo, 8 de novembro, às 20h, de graça no youtube.com/bancodobrasil.

Com idealização e direção da artista visual e cineasta Fernanda Vogas, GUINGA E AS VOZES FEMININAS vai até 12 de novembro. Em cada live, transmitida ao vivo do CCBB Rio de Janeiro, serão apresentados diferentes repertórios e arranjos para a obra do homenageado, que completou 70 anos em junho último. A série tem patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

“A identificação de Guinga com as vozes femininas é algo que lhe é bastante característico e que vem de há muito tempo: ele aprendeu a tocar violão acompanhando o canto de sua mãe, e desde os anos 70, tocou primeiro com Clara Nunes e Elis Regina e, depois, com Elza Soares, Nana Caymmi, Alaíde Costa, Zezé Gonzaga, Miúcha, Maria João, Leila Pinheiro e Mônica Salmaso, por exemplo”, rebobina Fernanda. “Guinga é um gênio, compositor e violonista excepcional, e dono de uma voz singular”, arremata ela.

Show com Luísa Lacerda (foto acima) neste domingo, 8 de novembro

“Ouvir, cantar e tocar Guinga é uma grande viagem e nunca se esgota. Participando dessa live em homenagem aos 70 anos do Guinga será a realização de um sonho antigo. E me preparei! Fui atrás de partituras que nunca havia lido, relembrei discos que fazia tempo que não ouvia. Estou muito feliz em celebrar Guinga em vida!”, comemora Luísa Lacerda.

O roteiro prevê obras como “Você, você” (de Guinga e Chico Buarque), primeira música que ela gravou no formato voz e violão em vídeo para o seu YouTube, além de outras que aprendeu mais recentemente, como “Chá de Panela” (dele com Aldir Blanc).

Outras vozes femininas
Guinga desenvolveu um jeito único de dedilhar o seu seis cordas, inspirando as novas gerações do violão e fazendo as intérpretes sonharem com o seu acompanhamento inventivo e mais do que completo. Em todos os encontros da série GUINGA E AS VOZES FEMININAS, o próprio empunhará o seu instrumento.

Depois de tantas vozes, o projeto chegará ao final com Leila Pinheiro no dia 12 de novembro. Leila fez o show de abertura com Marcus Tardelli e voltará ao CCBB Rio de Janeiro para encerrar a homenagem pelos 70 anos do Guinga com uma surpresa para o público.

DUAS LIVES FINAIS
Dia 8 de novembro (domingo), às 20h Guinga recebe Luísa Lacerda e Zé Nogueira
Dia 12 de novembro (quinta-feira), às 20h Guinga recebe Leila Pinheiro e Marcus Tardelli

Belmira Comunicação:
Monica Ramalho (21) 9.9163.0840 – [email protected]
Rafael Millon (21) 9.8558.9849 – [email protected]

Da Redação by Cleo Oshiro

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Cleo Oshiro
Sou a Cleo Oshiro, uma mineira que no ano de 2002 optou por viver no Japão com a família. Em 2010 a Revista GVK Internacional no Brasil, especializada em karaokê, me descobriu no Orkut e através da minha paixão pela música e karaokê, decidiram fazer uma matéria sobre minha vida aqui no Japão, afinal foi aqui na cidade de Kobe que ele surgiu e se espalhou pelo mundo. Com a repercussão da matéria, eles me convidaram para ser a Correspondente Internacional da revista no Japão e aceitei o desafio e não parei mais. Fui Colunista Social por 2 anos no Portal Mie/Japão, da Revista Baladas Internacional/ Suiça, na BDCiTV/EUA e na Revista Biografia/ Brasil, realizando entrevistas com várias personalidades do meio artístico. Minhas matérias são para divulgar o trabalho dos artistas, sem apelos sensacionalistas, mesmo porque meu foco é mostrar a imensidão de talentos espalhados pelo mundo sejam famosos ou não. Atualmente faço parte da equipe da Rádio Shiga, onde faço matérias artísticas e sou a idealizadora do programa musical The Best Of Brazilian Music em parceria com o Omote-san. O programa foi suspenso devido problemas interno, mas o tempo em que esteve no ar levava a música brasileira à outros países da Asia. O programa The Best Of Brazilian Music era apresentado em inglês pela DJ Shine Dory, uma filipina apaixonada pela MPB e Bossa Nova. A escolha pelo idioma foi para alcançar japoneses e estrangeiros que vivem no Japão, já que inglês é um idioma universal e os brasileiros já contavam com o acesso as informações dos artistas através das matérias publicadas por mim no site