Polícia de Hong Kong intensifica controle da mídia
A polícia em Hong Kong informa que somente jornalistas credenciados pelo governo e aqueles que pertencem a veículos de mídia reconhecidos internacionalmente poderão cobrir as notícias.
A polícia revisou as diretrizes sobre as atividades da mídia nesta terça-feira (22).
As autoridades notificaram os grupos de jornalistas locais que só reconhecerão as credenciais dos membros dos veículos de comunicação registrados pelo governo ou daqueles que trabalham para jornais e estações de TV estrangeiros proeminentes.
Os grupos de mídia estão criticando a emenda. Eles dizem que ela prejudicará seriamente a liberdade de imprensa.
A decisão da polícia ocorre em meio a restrições mais severas à mídia em Hong Kong.
Em agosto, o fundador de um jornal, conhecido por sua atitude crítica em relação ao governo chinês, foi preso por suspeita de violar a nova lei de segurança nacional de Pequim para Hong Kong.
Um repórter irlandês, que trabalha para um órgão de mídia online,teve seu visto trabalho negado.
Muitos repórteres e jornalistas freelance que trabalham para a mídia online têm feito a cobertura das atividades de protesto em Hong Kong. Alguns ganharam o apoio do público por sua cobertura ao vivo da repressão policial.
Algumas pessoas que apoiam o governo pró-Pequim de Hong Kong dizem que deveria ser introduzido um sistema baseado em licenças para os repórteres.
Os observadores dizem que este último procedimento indica que o governo de Hong Kong planeja reforçar seu controle sobre a mídia.
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