Sylvio Fraga lança clipe filmado na floresta da Bahia

Um cacho de bananas amadurecendo e toda a sorte de animais silvestres levando o seu bocado. Amanhece, anoitece e a câmera registra um quati, um tatu-peba, um cachorro-do-mato e outros moradores locais se servindo da fruta. “Concebi o filme como um poema. Um cacho de bananas no mato e, depois, cacho nenhum”, recorda Sylvio Fraga.

“O lagarto e o gato largado” é o nome – e quase um trava língua – da canção que toca no clipe,  lançado na Internet em 31 de julho. Parceria dele com José Arimatéa e Bruno Aguilar, a faixa está gravada no álbum “Canção da Cabra” (Rocinante, 2019), do Sylvio Fraga Quinteto com o maestro Letieres Leite.

“Esse clipe surgiu de um hobby meu que é colocar câmeras na floresta e observar a vida selvagem como se eu fosse uma planta. É incrível ver como esse cantinho de floresta é passagem de tantas vidas, todas imersas em seu dia a dia, em sua noite a noite, lutando contra e a favor dos elementos”, conta Sylvio. O artista deixou estrategicamente a câmera na mata de Una, interior da Bahia, por alguns dias, de modo a coletar essas imagens, e depois editou o material, resultando neste poético filme de 6’35’’.

Sempre cercado pelo verde e por animais, Sylvio dedica o clipe ao trabalho do Instituto Vida Livre, de Roched Seba. “Se naquele cantinho de mata tudo que se vê no clipe acontece, imagina quando desmatam quilômetros e quilômetros de floresta?”, questiona, preocupado com a devastação causada pelas queimadas e pelo avanço da mão humana sobre territórios naturais. “Às vezes na confusão da vida urbana fecho os olhos e penso nos pequenos animais vivendo suas vidas livres e secretas e isso me consola”.

A melodia de “O lagarto e o gato largado” nasceu de um improviso do trompetista José Arimatéa numa outra música, por sorte gravada em ensaio. Quando Sylvio ouviu o registro, sentiu que esse solo era uma estranha canção pronta e rabiscou a letra na mesma hora. Depois o baixista Bruno Aguilar compôs mais um pedaço e os três construíram a forma e o arranjo de base. Letieres Leite concebeu um arranjo para sopros que começa nas madeiras eruditas e desemboca na Orkestra Rumpilezz.

SYLVIO FRAGA nas redes:
Instagram: https://www.instagram.com/sylviofraga/
Facebook: https://www.facebook.com/SylvioFraga
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCUGPN86lcQ7RqjBaRT_HSQw

Belmira Comunicação:
Geral (21) 3689.0405 – [email protected]
Monica Ramalho (21) 9.9163.0840 – [email protected]
Rafael Millon (21) 9.8558.9849 – [email protected]
Da Redação by Cleo Oshiro
Artigo anteriorWhipallas acaba de lançar o álbum “Hi, Everyone” nas plataformas digitais
Próximo artigoTóquio relata 222 novos casos de coronavírus chinês nesta quarta-feira (12)
Cleo Oshiro
Sou a Cleo Oshiro, uma mineira que no ano de 2002 optou por viver no Japão com a família. Em 2010 a Revista GVK Internacional no Brasil, especializada em karaokê, me descobriu no Orkut e através da minha paixão pela música e karaokê, decidiram fazer uma matéria sobre minha vida aqui no Japão, afinal foi aqui na cidade de Kobe que ele surgiu e se espalhou pelo mundo. Com a repercussão da matéria, eles me convidaram para ser a Correspondente Internacional da revista no Japão e aceitei o desafio e não parei mais. Fui Colunista Social por 2 anos no Portal Mie/Japão, da Revista Baladas Internacional/ Suiça, na BDCiTV/EUA e na Revista Biografia/ Brasil, realizando entrevistas com várias personalidades do meio artístico. Minhas matérias são para divulgar o trabalho dos artistas, sem apelos sensacionalistas, mesmo porque meu foco é mostrar a imensidão de talentos espalhados pelo mundo sejam famosos ou não. Atualmente faço parte da equipe da Rádio Shiga, onde faço matérias artísticas e sou a idealizadora do programa musical The Best Of Brazilian Music em parceria com o Omote-san. O programa foi suspenso devido problemas interno, mas o tempo em que esteve no ar levava a música brasileira à outros países da Asia. O programa The Best Of Brazilian Music era apresentado em inglês pela DJ Shine Dory, uma filipina apaixonada pela MPB e Bossa Nova. A escolha pelo idioma foi para alcançar japoneses e estrangeiros que vivem no Japão, já que inglês é um idioma universal e os brasileiros já contavam com o acesso as informações dos artistas através das matérias publicadas por mim no site