Hong Kong não controlará o escritório de segurança diz Pequim
Um alto funcionário do governo chinês indicou que o escritório a ser criado em Hong Kong para supervisionar as questões de segurança não será controlado pelo governo de Hong Kong.
A lei de segurança nacional chinesa destinada a reprimir as atividades anti-governamentais e pró-democracia em Hong Kong entrou em vigor na terça-feira (30/06).
O chefe adjunto do Escritório de Assuntos de Hong Kong e Macau do Conselho de Estado, Zhang Xiaoming, disse aos repórteres em Pequim, nesta quarta-feira (1º), que a lei mantém o princípio “um país, dois sistemas” e é um ponto de inflexão para colocar Hong Kong novamente no caminho certo.
Zhang descreveu a lei como um presente de aniversário para Hong Kong no 23º aniversário de sua entrega à China.
Zhang enfatizou que o escritório de salvaguarda da segurança nacional a ser estabelecido em Hong Kong, com base na lei, não estará vinculado às leis de Hong Kong.
Ele disse que o poder do escritório se sobrepõe à autonomia de Hong Kong e que todos os casos que ele trata envolvem segredos de Estado.
A lei estipula a conivência com entidades estrangeiras para colocar em risco a segurança nacional como um crime.
Zhang se referiu aos ativistas pró-democracia em Hong Kong que falaram em uma audiência do Congresso dos EUA no ano passado e pediram sanções à China, opondo-se à legislação para enviar suspeitos para o continente chinês. Ele sugeriu que tais atos poderiam agora ser punidos sob a nova lei.
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