Restrições são reimpostas na Europa após surgirem novos casos de vírus chinês
A Alemanha e algumas outras nações europeias estão reintroduzindo restrições em resposta a outro surto de casos de coronavírus chinês.
No estado alemão de Renânia do Norte-Vestefália, mais de 1.500 funcionários de uma fábrica de processamento de carne foram infectados e cerca de 7.000 pessoas estão em quarentena.
O governador do estado, Armin Laschet, disse nesta terça-feira (23), que um distrito ao redor da fábrica será colocado em quarentena até 30 de junho. Locais públicos, como cinemas, museus e piscinas, serão fechados.
Esta é a primeira vez que as restrições são mais rígidas em nível distrital desde que a Alemanha começou a flexibilizar os bloqueios em abril.
O número de novos casos também está aumentando em Berlim e em outras áreas.
O país tem mais de 190 mil casos confirmados, com o número de mortos excedendo 8.900.
Autoridades em Portugal vão proibir restaurantes em Lisboa e arredores de servir álcool depois das 20h, depois que o número de infecções começou a aumentar novamente.
No nordeste da Espanha, o vírus está se espalhando entre os trabalhadores agrícolas, migrantes sazonais. Lojas e restaurantes estão limitando o número de clientes permitidos no interior do estabelecimento.
A Bulgária reintroduziu, nesta segunda-feira (22), o uso obrigatório de máscaras em locais públicos fechados. A regra havia sido flexibilizada em 14 de junho, mas desde então o país tem visto o número de novos casos aumentar.
A epidemia também está se recuperando nos estados balcânicos.
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