Pompeo condena a China pelo plano de segurança de Hong Kong
O secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo condenou o plano da China de impor legislação de segurança nacional em Hong Kong.
A proposta de lei permitiria que as autoridades de segurança chinesas criassem agências e cumprissem suas obrigações no território.
Em declaração nesta sexta-feira (22), Pompeo disse que a medida “seria um golpe de morte pelo alto grau de autonomia que Pequim prometeu para Hong Kong”.
Ele também disse que “os Estados Unidos incitam fortemente Pequim a reconsiderar sua proposta desastrosa”, o que “inevitavelmente impactaria nossa avaliação de Um País, Dois Sistemas”.
A China anunciou o plano no Congresso Nacional Popular, ou National People’s Congress – NPC, que foi aberto em Pequim na sexta-feira. Espera-se que ele seja aprovado na quinta-feira (28), dia do encerramento.
O vice-presidente do NPC, Wang Chen, criticou os Estados Unidos. Ele disse que as forças estrangeiras estão intervindo em Hong Kong e prejudicando a segurança nacional.
O presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu que seu país reagirá fortemente à tentativa de Pequim de aprovar a legislação.
No ano passado, Washington promulgou o Hong Kong Human Rights and Democracy Act, que estipula que os EUA podem suspender o tratamento comercial preferencial se o alto grau de autonomia do território for comprometido.
Também permite que sanções sejam impostas às autoridades chinesas se a supressão dos direitos humanos for confirmada.
- Banda OpCritical lança “Not Alone” em defesa dos direitos civis - 24 de fevereiro de 2026 12:59 am
- Festival em Tóquio destaca peixes de Fukushima 15 anos após desastre nuclear - 24 de fevereiro de 2026 12:48 am
- Evento do Dia de Takeshima reacende disputa territorial com Coreia do Sul - 24 de fevereiro de 2026 12:43 am




















