Vítimas do ataque com gás sarin no metrô de Tóquio em 1995 são homenageadas
Esta sexta-feira marca 25 anos desde o mortal ataque com gás sarin no metrô de Tóquio, pelo culto Aum Shinrikyo.
Membros do culto soltaram o agente nervoso tóxico no interior dos vagões, na hora do rush, em três linhas no centro de Tóquio, em 20 de março de 1995. Catorze pessoas morreram e cerca de 6.300 ficaram feridas.
Na estação do metro Kasumigaseki, um dos alvos, oficiais da estação fizeram orações silenciosas às 8 da manhã, quase na hora exata dos ataques, há 25 anos.
Sobreviventes e parentes enlutados ofereceram flores em um altar montado dentro da estação.
Treze membros do Aum Shinrikyo foram condenados à morte por crimes cometidos pelo culto, incluindo o líder Shoko Asahara, cujo nome verdadeiro é Chizuo Matsumoto. Todos foram executados em 2018.
Shizue Takahashi, cujo marido era o chefe assistente da estação em Kasumigaseki e foi morto no ataque, disse que ela passou os últimos 25 anos acreditando que seu marido ainda está com ela.
Ela também exortou os jovens a não se envolverem com os sucessores do culto. Ela disse que os grupos estão operando sob nomes diferentes, mas sua natureza não mudou.
As autoridades de segurança do Japão estão monitorando de perto os grupos de culto.
A Agência de Inteligência de Segurança Pública diz que os grupos sucessores do Aum Shinrikyo têm cerca de 1.650 seguidores, cerca de 150 a mais do que há 10 anos.
Eles acreditam que os membros dos grupos ainda seguem os ensinamentos de Asahara, e alertam que o número de seguidores na faixa dos 20 anos está em ascensão.
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