Medo do coronavírus chinês reforça controles fronteiriços das nações da União Européia
As nações membros da União Européia – UE reforçaram seus controles fronteiriços para conter a propagação do novo coronavírus chinês, em um movimento considerado como deixando de lado a livre circulação, um dos princípios básicos do bloco.
O ministro alemão do Interior, Horst Seehofer, disse no domingo (15), que a partir das 8h desta segunda-feira (16), o país fechará parcialmente suas fronteiras com a França, Suíça, Áustria, Luxemburgo e Dinamarca.
Seehofer disse que as pessoas serão proibidas de entrar e sair da Alemanha, exceto para aqueles que se deslocam através das fronteiras para trabalhar. Ele acrescentou que o transporte transfronteiriço de mercadorias também será permitido.
Seehofer disse que o vírus tem se espalhado pela Alemanha e seus países vizinhos, mas ainda não atingiu seu auge.
A Alemanha tem 4.838 casos de infecção confirmados. Escolas e creches em muitos dos estados do país foram temporariamente fechadas. Eventos com 50 ou mais pessoas foram proibidos em Berlim.
Outras nações europeias, incluindo a República Checa e a Polônia, também anunciaram o fechamento de suas fronteiras a estrangeiros.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde – OMS, disse na sexta-feira (13), que “a Europa tornou-se agora o epicentro da pandemia”.
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