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Brasil: Bolsonaro não contratou serviços do Whatsapp e Folha de São Paulo continua em silêncio

A campanha de Jair Bolsonaro não contratou o WhatsApp para o impulsionamento de conteúdo.

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Image © (Presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) / Reprodução / via Agência Brasil) Nov/2018

Brasil: Bolsonaro não contratou serviços do Whatsapp e Folha de São Paulo continua em silêncio.

A campanha de Jair Bolsonaro não contratou o WhatsApp para o impulsionamento de conteúdo.

A nota foi enviada ao TSE pelo próprio WhatsApp.

Segundo o site G1 as empresas Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp informaram, nesta segunda-feira (12), ao Tribunal Superior Eleitoral – TSE, que a campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro não pagou pela disseminação de conteúdo na internet.

O Google informou que o PSL, partido de Bolsonaro, contratou R$ 1.000 (Hum Mil Reais) em conteúdo impulsionado, já declarado ao TSE pela campanha do presidente eleito.

Tais declarações tiveram origem em matéria vinculada pelo jornal “Folha de São Paulo”, acusando Bolsonaro de ter empresas pagando por impulsionamento de conteúdo, porém, sem apresentar provas.

Veja abaixo o que as empresas de internet responderam ao TSE:

Twitter – “O Twitter Brasil averiguou internamente e foi constatado que as contas verificadas do candidato Jair Messias Bolsonaro e do partido político Partido Social Liberal (PSL) – @jairbolsonaro e @psl_nacional, respectivamente – não contrataram impulsionamento de qualquer conteúdo, seja este eleitoral ou não”, informou a empresa.

Com relação a contas não oficiais, o Twitter afirmou: “Para que seja possível o fornecimento de qualquer informação referente a conteúdo orgânico ou patrocinado na plataforma Twitter, faz-se imprescindível que os tweets sejam devidamente especificados por meio de suas respectivas URLs, que permitam a localização inequívoca do conteúdo.”

Facebook e Instagram – Facebook e Instagram informaram que a página e as contas oficiais do candidato eleito divulgadas pelo próprio TSE “não contrataram impulsionamento de conteúdos no período entre 16 de agosto de 2018 e 28 de outubro de 2018″.

O Facebook afirmou ainda que, se a Justiça Eleitoral entender pelo fornecimento de informações envolvendo outras páginas e contas além daquelas registradas junto ao TSE, poderá contatar os operadores dos sites Facebook e Instagram para viabilizar o fornecimento dos dados disponíveis em seus servidores, mediante a indicação das URLs correspondentes, nos moldes da legislação vigente”.

Google – O Google enviou ao TSE um comprovante de pagamento de R$ 1 mil pelo serviço ao PSL. “A campanha do Sr. Jair Messias Bolsonaro efetuou contratações com a Google Brasil na forma dos dispositivos mencionados [resolução do TSE que permite o impulsionamento de conteúdo], sendo representado pelo Partido Social Liberal”, diz o documento.

WhatsApp – O WhatsApp informou que não realiza impulsionamento porque opera um aplicativo de envio de mensagens. Por isso, diz que também não ofereceu serviço de impulsionamento à campanha de Bolsonaro.

“O WhatsApp opera um aplicativo de envio de mensagens privadas e, portanto, não ‘impulsiona conteúdo na rede mundial de computadores’ em favor de qualquer partido político. Logo, o WhatsApp não foi contratado pela campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro para fornecer ‘serviços de impulsionamento de conteúdo na rede mundial de computadores’ em seu favor e, por isso, não possui as informações requisitadas por esse Egrégio Tribunal Superior Eleitoral”, diz a manifestação.

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