
Ministros das Relações Exteriores do Japão, Coreia do Sul e EUA concordam em trabalhar conjuntamente.
Uma série de reuniões pós-cúpula está acontecendo, após o histórico encontro desta semana entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong Un.
O Secretário de Estado dos EUA informou seus colegas japoneses e sul-coreanos sobre a cúpula. Mike Pompeo foi solicitado a esclarecer a imprecisão dos compromissos assumidos na terça-feira (12).
Pompeo disse que: “acreditamos que o líder Kim Jong Un compreende a urgência de completar a desnuclearização. Ele entende que devemos fazê-lo rapidamente. E as sanções da ONU, não poderão ser aliviadas até o momento em que comprovarmos a completa desnuclearização da Coreia do Norte”.
A tarefa de Pompeo é transformar os vagos compromissos feitos entre Trump e Kim em um plano concreto.
A cúpula terminou com a assinatura de uma declaração em que o Norte se comprometeu a desnuclearizar a península coreana. Mas não mencionou detalhes específicos de um cronograma ou como isso seria verificado.
O ministro das Relações Exteriores do Japão enfatizou as prioridades de segurança de seu país.
Kono disse que: “o Japão continua a procurar a normalização de suas relações com a Coreia do Norte, de acordo com a declaração do Japão-RPDC de Pyongyang, através da resolução abrangente de questões pendentes, nucleares, de mísseis e sequestros, bem como através da resolução de um passado infeliz.”
A ministra das Relações Exteriores da Coreia do Sul enfatizou a importância dos próximos passos.
Kang Kyung-wha disse que: “Compartilhamos o entendimento de que a cúpula de 12 de junho não é o fim, mas um novo começo em direção à península coreana, desnuclearizada e pacífica. A esse respeito, compartilhamos as expectativas de alcançar progressos substanciais na perspectiva da desnuclearização, com base no resultado das negociações EUA-RPDC.”
Kang também mencionou o anúncio surpresa de Trump de que os EUA parariam, o que ele chamou de “jogos de guerra”,com a Coréia do Sul. Ela disse que os ministros não discutiram esse assunto e que cabe às autoridades militares dos dois países resolverem a questão.
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