
Japão protesta contra a China por atividade em campo de gás.
O ministro das Relações Exteriores do Japão, Taro Kono, disse que o Japão protestou contra a China por sua atividade no campo de gás, no Mar da China Oriental.
O Ministério das Relações Exteriores relata que uma nova plataforma de perfuração móvel foi vista no início do mês no lado chinês da linha demarcatória que separa as zonas econômicas exclusivas dos dois países. Acredita-se que a sonda tenha uma capacidade de perfuração mais profunda do que outras na área. O ministério disse à embaixada chinesa em Tóquio que o desenvolvimento unilateral de campos de gás não pode ser tolerado.
Kono disse que a China está realizando esse tipo de ação antes que os dois países concordem em sua fronteira marítima. Ele disse que a atividade não beneficiará as relações bilaterais.
Yoshihide Suga, secretário-geral do gabinete, disse que o governo continuará a pressionar a China a retomar as negociações para implementar, em breve, o acordo de 2008 para o desenvolvimento conjunto de campos de gás no Mar da China Oriental.
As negociações para um tratado de fronteira marítima foram suspensas desde 2010. A China continuou, unilateralmente, com o desenvolvimento de seu campo de petróleo e gás.
A China nega que suas atividades sejam unilaterais, dizendo que elas são realizadas em águas incontestáveis sob jurisdição chinesa.
Em outubro passado, um centro de estudos dos EUA, o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, informou que a China havia construído três novas sondas no lado chinês da linha demarcatória, em 2017. A descoberta elevou o número de estruturas chinesas na área para 19.
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