
Prestes a começar o julgamento das suspeitas de assassinar o irmão de Kim Jong-un.
O julgamento das duas mulheres acusadas de assassinar Kim Jong-nam, meio irmão do ditador norte-coreano Kim Jong-un, em um aeroporto na Malásia, terá início nesta segunda-feira (2).
Siti Aisyah, da Indonésia, e Thi Huong, do Vietnã, são acusadas de jogar no rosto de Kim Jong-nam o agente nervoso XV, causando sua morte em cerca de 20 minutos. Os advogados das rés, segundo a agência de notícias Associated Press, afirmaram que suas clientes irão se declarar inocentes.
Elas afirmam que acreditavam estar participando de um reality show e que receberam cerca de US$ 100 a US$ 200 por pegadinhas similares em outras ocasiões — só que com ingredientes diferentes, como pimenta.
A agência de espionagem da Coreia do Sul afirma que o assassinato do meio irmão de Kim Jong-un — que teoricamente não conhece a vítima do ataque — foi planejado por cinco anos. A polícia diz que vários norte-coreanos suspeitos de envolvimento deixaram o país no dia do ataque.
Kim Jong-nam, que tinha 45 ou 46 anos, era o filho mais velho da família que governa a Coreia do Norte desde a sua fundação, mas caiu em desgraça em 2001 ao tentar entrar no Japão com um passaporte. Ele disse que queria visitar a Disneyland de Tóquio. À época de seu assassinato, Kim já vivia no exterior há anos e usava um passaporte diplomático norte-coreano sob o nome de “Kim Chol”.
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