Guerra pode ser próxima resposta dos EUA para ações da Coreia do Norte, opina analista

A posterior escalada de tensões entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte não condizem com a preservação da paz mundial, pois a próxima resposta de Washington para atividades de Pyongyang pode se tornar início de ações militares, opina o diretor do Centro russo de Estudos Militares e Políticos, Vladimir Batyuk.

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Image © (Reprodução / AP Photo/ Forças dos EUA, Coreia) Guerra pode ser próxima resposta dos EUA para ações da Coreia do Norte, opina analista - Jun/2017

Guerra pode ser próxima resposta dos EUA para ações da Coreia do Norte, opina analista.

A posterior escalada de tensões entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte não condizem com a preservação da paz mundial, pois a próxima resposta de Washington para atividades de Pyongyang pode se tornar início de ações militares, opina o diretor do Centro russo de Estudos Militares e Políticos, Vladimir Batyuk.

Segundo o especialista, tal reação dos EUA poderia ser provocada pela morte do estudante norte-americano, Otto Warmbier, que foi libertado na semana passada de uma prisão da Coreia do Norte e retornou para o seu país natal, mas em estado de coma. Tal fato terá efeito sério sobre as relações entre os dois países, acredita o especialista.

“Quanto às sanções, acredito que não serão endurecidas, pois não dá para endurecê-las ainda mais. EUA não apoiam quaisquer relações comercias com esse país. Medidas [de pressão] futuras corresponderão simplesmente a uma declaração de guerra”, declarou o analista militar à Sputnik.

O especialista também lembra que EUA já transferiram seus bombardeiros B-1 para a Coreia do Sul a fim de “demonstrar poderio norte-americano”. “Não sei o que os norte-americanos poderiam vir a fazer além disso”, acrescentou Batyuk, reforçando que, como anda a escalada de tensões entre os dois países, guerra poderia vir a ser o próximo passo tomado pelos Estados Unidos.

O estudante norte-americano, Otto Warmbier foi transferido para os EUA como resultado de forte pressão exercida pelo governo de Donald Trump, após a descoberta do estado de saúde do rapaz, condenado a 15 anos de trabalhos forçados na Coreia do Norte. Otto faleceu alguns dias depois de voltar para casa.

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