
China lança primeiro porta-aviões fabricado nacionalmente, em meio a tensões na Coreia do Norte.
A China lançou um novo porta-aviões, aumentando sua presença militar no oriente, em meio a crescentes tensões na região.
É o segundo porta-aviões do país, depois do Liaoning, e o primeiro a ser feito inteiramente na China.
A mídia estatal disse que o navio, não identificado, foi “transferido de uma doca seca para a água” no porto de Dalian, a nordeste do país. Relatórios anteriores disseram que o mesmo estaria operacional até 2020.
O lançamento acontece em meio à retórica aquecida entre os EUA e a Coréia do Norte nos últimos dias.


Os EUA enviaram navios de guerra e um submarino nuclear à península coreana, provocando uma reação furiosa da Coréia do Norte. A China pediu calma a todas as partes envolvidas.
O porta-aviões representa um up-grade considerável em relação ao Liaoning, que foi construído há mais de 25 anos e é um navio soviético, remodelado, comprado da Ucrânia.

A agência de notícias estatal chinesa, Xinhua, disse que os trabalhos começaram em 2013.
O lançamento contou com a presença do vice-presidente da comissão militar central da China, Fan Changlong.
Oficiais derrubaram uma garrafa de champanhe no casco do navio, enquanto “canções patrióticas magníficas” tocavam em alto-falantes e navios próximos tocaram as suas sirenes, em comemoração, informou a Xinhua.
O Ministério da Defesa disse, anteriormente, que o Chandong transportaria caças J-15 da China juntamente com outros aviões, e que usaria uma propulsão convencional e não nuclear.
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