
Polícia da Malásia prende sete suspeitos do Estado Islâmico. Sete suspeitos de pertencerem ao grupo terrorista Estado Islâmico (EI), dois malaios e cinco filipinos, foram presos nos estados de Sabah e Selangor, durante uma operação contra-terrorismo entre os dias 8 e 12 de março, segundo o inspetor-geral da polícia da Malásia, Khalid Abu Bakar.
Entre os sete suspeitos, uma oficial da imigração da Malásia e dois filipinos foram presos por ajudarem a contrabandear militantes da Malásia e da Indonésia para o sul das Filipinas, via Sabah, para se unirem a uma célula do Estado Islâmico.
“A suspeita da Malásia, de 31 anos, que trabalhou no aeroporto de Sandakan (Sabah) como oficial de imigração, é suspeita de ajudar elementos sem documentos de viagem apropriados, incluindo militantes do EI da Malásia e da Indonésia, a infiltrar-se nas Filipinas, através de Sabah “, disse Khalid.
Esta é a segunda vez que suspeitos do EI foram presos por tentarem contrabandear militantes para o sul das Filipinas, levantando preocupações de que Sabah está se transformando em um ponto de trânsito para os terroristas.
Dois outros suspeitos filipinos, uma mulher de 50 anos que trabalhou como vendedora de bilhetes de balsa e um homem, de 53 anos, que trabalhou na construção civil, são acusados de contrabandearem três militantes do EI da Indonésia para as Filipinas, via Sabah.
Dois outros suspeitos filipinos, de 27 e 18 anos, são suspeitos de coletarem fundos para dois membros do EI da Malásia, Mahmud Ahmad e Mohamad Joraimee Awang Raimee, que estão no sul das Filipinas desde 2014.
Mahmud é um antigo professor universitário que se juntou ao grupo militante filipino Abu Sayyaf e prometeu fidelidade ao líder e homem mais procurado do país, Isnilon Hapilon. O grupo Abu Sayyaf, por sua vez, prometeu fidelidade ao EI.
Outro suspeito filipino, que trabalhava como mecânico de carros em Sandakan, Sabah, foi preso por planejar ir à Síria, para ingressar no EI.
O último suspeito malaio foi deportado de volta à Malásia, depois de ser preso pelas autoridades turcas, em 16 de janeiro, por tentar entrar na Síria para ingressar no EI.
Até hoje, a polícia da Malásia prendeu mais de 250 suspeitos de pertencerem ao EI, desde 2013.
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