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“Mãe mais odiada da América” é vista em protesto contra Trump

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Image © AP/Joe Burbank - Casey Anthony, "Mãe mais odiada da América" é vista em protesto contra Trump - feb/2017

“Mãe mais odiada da América” é vista em protesto contra Trump. Casey Anthony, apelidada de “a mãe mais odiada da América” foi vista em um protesto contra medidas do presidente Trump no resort Mar-A-Lago, na Flórida.

Casey tem 30 anos e em 2008, enfrentou uma possível condenação à morte após ser acusada de homicídio de primeiro grau contra a filha de 2 anos, Caley Anthony.

Em um julgamento polêmico e amplamente divulgado na mídia, ela foi declarada inocente, para a surpresa de milhões de pessoas que protestaram contra a decisão por todos os Estados Unidos.

Ela, que na época do julgamento vivia em Orlando, hoje mora em West Palm Beach, próximo ao local da manifestação.

A promotoria tentou provar que Anthony deixou o bebê no porta-malas de um carro enquanto continuou com sua vida normalmente, passando dias fora de casa, indo de uma festa a outra nos clubes de Orlando.

O desaparecimento da criança só foi investigado porque a mãe de Casey, Cindy, entrou em contato com um serviço de emergência dizendo que não via a neta há quase um mês e que o carro de Casey fedia a “cadáver”.

A menina foi encontrada em uma floresta próxima de casa.

Casey foi condenada a quatro anos de prisão por dar informações falsas aos investigadores que estavam procurando sua filha, mas foi libertada depois de um mês do julgamento por pena servida.

Cerca de 3 mil pessoas se posicionaram em frente ao resort, onde Trump estava hospedado para assistir à final do Super Bowl, o evento esportivo mais importante no calendário dos EUA.

Casey, que raramente é vista em público, usava um chapéu de beisebol virado para trás, pulseiras brilhantes e acenava para um conhecido quando foi flagrada em vídeo.

Quando abordada pela rede de TV local WPTV, Casey se recusou a dar entrevista, mas afirmou que ela se opõe às políticas de Trump.

O protesto foi organizado pelo South Florida Activism e pela Marcha das Mulheres da Flórida e se dirigia ao decreto de Trump que limita temporariamente a imigração de sete nações predominantemente muçulmanas.

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