Brasileira acusada de assassinato extraditada da China para o Japão. A nipo-brasileira Yuri Ketty Oishi, procurada por suspeita de assassinato de uma conhecida, foi extraditada da China para o Japão nesta quarta-feira.
Yuri Ketty Oishi, de 32 anos, foi colocada na lista de procurados por ter conexão com o assassinato de Rika Okada, enfermeira de Osaka, de 29 anos, em 2014.
O corpo de Okada foi encontrado em um contêiner de aluguel em Hachioji, Tóquio, em 21 de maio de 2014, depois de ter sido enviada, em uma caixa marcada como “boneca”, de Osaka.
Oishi deixou o Japão usando o passaporte de Okada, pouco antes da polícia japonesa emitir um mandado de prisão para ela.
Ela foi detida pela polícia de Xangai, em 27 de maio de 2014, por suspeita de infração de imigração, segundo relatos locais.
O Japão não tem um tratado de extradição com a China e o retorno de Oishi à Osaka, sob custódia policial, é o primeiro caso desse tipo, desde 1999, informou a agência Fuji.
O caso atraiu muita atenção por sua natureza bizarra.
Apesar de ter cerca de uma dúzia de feridas, o corpo de Okada não tinha lesões defensivas – sugerindo que ela foi esfaqueada após a morte ou enquanto estava inconsciente.
Sua identidade foi estabelecida através da análise de DNA de seu sangue.
A empresa que entregou a caixa, de dois metros, tinha sido paga em nome da própria Okada e a taxa de aluguel do contêiner de armazenamento foi paga usando seu cartão de crédito.
A polícia disse que Oishi conhecia Okada desde a escola primária.
Pouco antes de desaparecer, Okada escreveu em sua página no Facebook que iria encontrar uma velha amiga, que não via havia uma década.
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