Coreia do Sul: Pyongyang viola direitos dos trabalhadores. A Coréia do Sul diz que a liderança norte-coreana está explorando seus trabalhadores no exterior, ficando com a maior parte de seus salários, totalizando mais de 400 milhões de dólares por ano.
Disse um funcionário do Ministério das Relações Exteriores da Coréia do Sul, falando em um painel de discussão sobre a situação dos direitos humanos na Coreia do Norte, na ONU, em Nova York, na quinta-feira.
Os organizadores do evento incluíram os governos japonês e sul-coreano.
A Seção de Sequestros do Japão, o Ministro, Katsunobu Kato, e funcionários das missões da ONU de outros países estiveram presentes.
Kato disse que o governo japonês vai cooperar estreitamente com a ONU e outras entidades para proteger a dignidade de japoneses e outros nacionais sequestrados por Pyongyang, bem como de cidadãos norte-coreanos que vivem em condições adversas.
O oficial sul-coreano disse que acredita-se que mais de 100.000 norte-coreanos estão trabalhando fora do país, ganhando de 400 a 500 milhões de dólares por ano.
O funcionário disse que cerca de 90% disso é transferido para a liderança norte-coreana.
Na quarta-feira, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução de sanções contra a Coréia do Norte, alertando, pela primeira vez, que Pyongyang está enviando trabalhadores para ganhar moeda forte para financiar seus programas nucleares e de mísseis.
O painel pediu mais esforços para lidar com as violações dos direitos humanos na Coreia do Norte e ganhar a cooperação da China.
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