Lançada unidade especial de patrulha em Okinawa, após o assassinato de mulher. O governo japonês lançou na quarta-feira uma unidade de patrulha especial em Okinawa para aumentar a segurança, em resposta ao estupro e assassinato, em abril, de uma jovem, alegadamente, por um ex-fuzileiro naval EUA.
Cerca de 20 veículos começaram a patrulhar áreas centrais e estradas escolares em Okinawa, que abriga a maior parte das instalações militares norte-americanas no Japão, com funcionários do Ministério da Defesa e do Gabinete do Governo de Okinawa participando das patrulhas.
“Os cidadãos de Okinawa estão altamente preocupados com a segurança devido ao incidente,” Aiko Shimajiri, ministro encarregado dos assuntos de Okinawa, lançou a unidade de patrulha de segurança regional de Okinawa, em Naha, capital da província.
“Espero que esta unidade de patrulha possa garantir a segurança e trazer conforto para as pessoas”, disse Shimajiri.
As patrulhas fazem parte de um esforço do governo para reforçar a segurança em Okinawa, após a detenção no mês passado de Kenneth Franklin Shinzato, um funcionário civil da base norte-americana, suspeito da morte de uma mulher de 20 anos.
Juntamente com a forte presença militar dos EUA, os crimes cometidos por norte-americanos, militares ou não, em Okinawa, têm sido uma fonte constante de reclamação entre a população local e o último assassinato provocou indignação pública e protestos na província.
O governo planeja expandir as patrulhas para, eventualmente, cerca de 100 veículos e aumentar o número de policiais na província até o final de março de 2017.
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