Um avião civil do Reino Unido passou por um míssil à distância de 300 metros quando se aproximava do aeroporto de Sharm el Sheikh, Egito, em 23 de agosto passado, informou o jornal The Daily Mail no sábado (7). Imagem: Divulgação.
O avião da Thomson Airways, transportando 189 passageiros do aeroporto de Londres Stansted, quase foi abatido por um míssil perto de Sharm el Sheikh. O incidente ocorreu em 23 de agosto, dois meses antes do acidente aéreo do avião russo A321 na península do Sinai.
O piloto conseguiu evitar o míssil, desviando o avião para a esquerda, de acordo com a mídia britânica. O avião pousou em segurança e os passageiros não foram informados que o avião tinha evitado o acidente, disse a mídia.
Mais tarde, foi comunicado que o míssil tinha sido lançado por militares egípcios que realizavam exercícios.
A companhia aérea e o Departamento britânico dos Transportes confirmaram a informação.
O governo do Reino Unido suspendeu as ligações aéreas com Sharm el Sheikh em 5 de novembro depois da catástrofe do avião russo.
O Egito está realizando, com a ajuda de especialistas estrangeiros, uma investigação para determinar a causa do acidente. A inteligência dos EUA e Reino Unido sugerem que uma bomba teria sido introduzida no avião russo antes da decolagem. As autoridades russas disseram que era muito cedo para tirar quaisquer conclusões sobre a causa exata do acidente.
O avião de passageiros russo caiu na península do Sinai em 31 de outubro durante o voo entre o resort egípcio de Sharm el-Sheikh e São Petersburgo. Todas as 224 pessoas a bordo morreram, o que se tornou o maior desastre da aviação civil na história russa e soviética.
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