Na tarde da sexta-feira, o Pentágono reconheceu que tinha enviado, por engano, esporos de antraz a vários laboratórios no próprio país e até à Coreia do Sul.
De acordo com fontes locais, até 22 pessoas podem ter sido expostas às bactérias.
O antraz é uma doença infeciosa letal provocada pela bactéria Bacillus anthracis. Devido à sua alta letalidade, pode ser usada como arma biológica.
Segundo o coronel Steve Warren, porta-voz da autoridade militar dos Estados Unidos, as amostras enviadas não representam qualquer perigo de infeção.
“Não existe nenhum risco conhecido para os habitantes no geral. Entre o contingente [das instalações], também não foi registrado nenhum indício de possível exposição”, disse o representante oficial do Pentágono.
O coronel Warren também esclareceu que o antraz foi enviado a partir da base militar no estado norte-americano de Utah através de um serviço de correio comercial. Em 30 de abril, as amostras chegaram ao laboratório no estado de Maryland e dali, foram distribuídas para as instalações restantes.
O porta-voz do Pentágono assegurou que o envio não foi intencional, pois os responsáveis por esta ação pensavam que se tratava de esporos mortos.
O alerta foi ativado quando um dos laboratórios descobriu que uma parte das amostras continha bactérias vivas.
No momento, o Departamento da Defesa dos EUA (Pentágono) suspendeu o envio deste material a partir dos seus laboratórios até que a investigação seja concluída.
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