Não precisa ser metaleiro para ouvir a banda Ignispace, o metal é para todos!

O grupo lançou no início do ano o EP “Rise Beyond” e já grava seu álbum de estreia. “A experiência é uma lanterna dependurada nas costas que apenas ilumina o caminho já percorrido.” – Confúcio. A frase do filósofo chinês é bastante apropriada para contarmos a história da Ignispace. Formada em 2018, a banda é a soma da jovem e talentosa vocalista Larissa Zambon, de apenas 21 anos, com três músicos experientes vindos da genial banda progressiva Ansata: o baixista Rafael Romani, o guitarrista Rafael Benato e o baterista Thiago Siqueira.

Compassos, e com passos, que contemplam o adiante, o EP “Rise Beyond” é a primeira amostra de que o quarteto sabe disponibilizar a experiência do passado a serviço do presente. Não obstante o saber técnico-musical, com o Ignispace eles sabem bem onde querem chegar: fazer metal que seja acessível para o máximo de pessoas possíveis, não exclusivamente para metaleiros!

É fato que o apoucamento de público na cena contemporânea do metal deve-se ao espírito tribalista que prevaleceu durante todos esses anos. O sentimento de pertencimento – fator tão importante e essencial às práticas culturais – é conquistado por um novo metaleiro a custas de muito esforço para decorar nomes de músicos, músicas e discos. Sem mencionar os muros invisíveis que demarcam territórios entre o que é ‘true’ e o que é moda. A burocracia cultural afastou o jovem, e o metal envelhece junto aos fãs.

A Ignispace não nasceu para ser mais uma protagonista nessa tragédia, e muito menos quer assistir da plateia. Seu idealismo é fazer metal inclusivo, democrático, metal para todos! E isso nem de longe significa se apropriar de estratégias nefastas do mercado, muito pelo contrário, mas sim reforçar os recursos simbólicos que fazem o metaleiro sentir-se digno de sua identidade e disponibilizar isso a qualquer pessoa, independente de sexo, raça, orientação sexual, nacionalidade ou classe social. Independente de preferência musical!

“Depois de tanto tempo no meio metal e participando de tantas bandas de vários estilos, nós passamos a enxergar o heavy metal, a música, como um todo!”, declarou o baixista e artista plástico Rafael Romani. “Música é arte, e sendo assim, um veículo capaz de, acima de tudo, transmitir emoções. Hoje nós usamos elementos de quaisquer fontes, independente de rótulos, desde que seja algo que mexa conosco e que seja útil para transmitir a mensagem, o que é algo que jamais aconteceria há algum tempo atrás, quando nos preocupávamos muito mais com questões estéticas do estilo que estávamos seguindo”.

O EP “Rise Beyond”, já disponível, tem proposta estética baseada no metal, porém com elementos de outros segmentos, como a música eletrônica. O objetivo dualístico do grupo é de tanto explorar artisticamente como o de construir uma identidade musical plural que permita a aproximação e a fruição a todo tipo de pessoas.

“Algumas pessoas que escutam nossa música ficam, até certo ponto, receosas ao fazer comparações com artistas que não são do metal. Para nós isso vem como um elogio pois significa que estamos no caminho certo. E rompendo algumas barreiras.”

Sucedendo o EP virá o álbum cheio de estreia da Ignispace que está sendo gravado no Ignisound Studio em Rio das Pedras/SP, com previsão para lançamento em 2019. O título do álbum já está definido, embora a banda decida mantê-lo em segredo por enquanto. Também há um conceito que permeia todas as letras das músicas, que serão 11 no total.

“Além das influências eletrônicas já mostradas no EP, no nosso álbum haverá muita influência de rock progressivo, AOR e até de música folk. O metal é para todos!”. adiantou Romani.

Enquanto o novo álbum não chega, assista o vídeo oficial para a faixa título do EP “Rise Beyond”: https://youtu.be/dMte_SzXWjA
Ouça também o EP “Rise Beyond” na íntegra nas principais plataformas digitais:
Spotify: https://spoti.fi/2E7iWJ5
iTunes: https://apple.co/2E3aGJQ
Soundcloud: https://bit.ly/2zIJvkC
CD Baby: https://bit.ly/2ATWWOh

Mais Informações: 
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Crédito Foto: Juliano Amaral

Da Redação by Cleo Oshiro

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Cleo Oshiro
Sou a Cleo Oshiro, uma mineira que no ano de 2002 optou por viver no Japão com a família. Em 2010 a Revista GVK Internacional no Brasil, especializada em karaokê, me descobriu no Orkut e através da minha paixão pela música e karaokê, decidiram fazer uma matéria sobre minha vida aqui no Japão, afinal foi aqui na cidade de Kobe que ele surgiu e se espalhou pelo mundo. Com a repercussão da matéria, eles me convidaram para ser a Correspondente Internacional da revista no Japão e aceitei o desafio e não parei mais. Fui Colunista Social por 2 anos no Portal Mie/Japão, da Revista Baladas Internacional/ Suiça, na BDCiTV/EUA e na Revista Biografia/ Brasil, realizando entrevistas com várias personalidades do meio artístico. Minhas matérias são para divulgar o trabalho dos artistas, sem apelos sensacionalistas, mesmo porque meu foco é mostrar a imensidão de talentos espalhados pelo mundo sejam famosos ou não. Atualmente faço parte da equipe da Rádio Shiga, onde faço matérias artísticas e sou a idealizadora do programa musical The Best Of Brazilian Music em parceria com o Omote-san. O programa foi suspenso devido problemas interno, mas o tempo em que esteve no ar levava a música brasileira à outros países da Asia. O programa The Best Of Brazilian Music era apresentado em inglês pela DJ Shine Dory, uma filipina apaixonada pela MPB e Bossa Nova. A escolha pelo idioma foi para alcançar japoneses e estrangeiros que vivem no Japão, já que inglês é um idioma universal e os brasileiros já contavam com o acesso as informações dos artistas através das matérias publicadas por mim no site