Angélica Rizzi apresentou o Sarau Palavra Cantada (Letra & Música) no Palco Aberto do SESC

A cantora, compositora, jornalista, escritora e palestrante Angélica Rizzi foi uma das atrações da 1ª Edição do Palco Aberto SESC Centro em Porto Alegre – RS. Angélica apresentou o Sarau Palavra Cantada (Letra & Música), acompanhada pelo músico Davi Moreira. No evento, a artista cantou canções clássicas da MPB e do Rock Brasileiro e destacou curiosidades na história dessas composições.

Com entrada gratuita, o evento aconteceu no sábado (22), às 16 horas na (Avenida Alberto Bins, 665). Angélica Rizzi é sarauzeira desde 2002 quando apresentou em espaços culturais da Grande Porto Alegre o sarau ‘Prisioneiro da Paixão’, inspirado em sua estreia na literatura com a coleção poética em cinco livros intitulada ‘Arco-Íris Poético’ (2002). A partir de 2010, apresenta de forma itinerante o Sarau Poetas Iluminados(as).

Com uma trajetória profissional que conta quase duas décadas, Angélica Rizzi possui 14 livros publicados: uma coleção poética em cinco títulos chamada ‘Arco-Íris Poético’(2002); um livro de contos intitulado ‘Clube dos Solitários’(2010); um romance ‘O Poeta mais  Velho do Mundo’ (2011); cinco obras de literatura infantil: ‘Manoelito o palhaço tristonho’ (2009); ‘Sol e as Ovelhas’ (2010); ‘Júlia a estrelinha’ (2011) , ‘O Pituco’ (2015) e o ‘Jardineiro Grego’ (2018). Lançou dois livros infanto-juvenis: ‘Todos os amigos de Clarice’ (2016) e ‘A Filha do Poeta’ (2017).

Em seu trabalho musical, Angélica possui três CDs lançados ‘Águas de Chuva’ (2009); Angélica Rizzi à italiana (2011) e ‘Se Somos Nós’, lançado em dezembro de 2016. Pelo mais recente álbum, Angélica ganhou o Prêmio Açorianos de Música 2016|2017 de ‘Melhor Intérprete Pop’.

Os livros de Angélica Rizzi já foram adotados em diversas escolas do RS e em instituições de ensino de SP, RJ, MG e AL. A autora já participou de dezenas de feiras do livro e eventos culturais Brasil afora. Suas composições podem ser ouvidas em várias rádios do Brasil e em emissoras de países como Uruguai, Argentina, Japão, Itália e Peru. 

Angélica já participou como autora convidada de diversas feiras do livro no RS e eventos literários em estados como  o Rio de Janeiro e Alagoas. Já se apresentou em diversas palcos da capital como o Bar Ocidente, Teatro Renascença, Sala Álvaro Moreyra, Clube de Cultura, Teatro de Arena, no Foyer do Theatro São Pedro, Solar dos Câmara entre outros. Mais informações: www.angelicarizzi.com

Contato com Angélica:Assessoria de Imprensa:
Guto Villanova – Jornalista Mtb/RS 16158 – www.gvcomunicacao.com.br
ou Angélica Rizzi Produções – www.angelicarizzi.com
CD ‘Se Somos Nós’ (2016) de Angélica Rizzi: https://www.palcomp3.com.br/Angelica-rizzi/
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Da Redação by Cleo Oshiro
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Cleo Oshiro
Sou a Cleo Oshiro, uma mineira que no ano de 2002 optou por viver no Japão com a família. Em 2010 a Revista GVK Internacional no Brasil, especializada em karaokê, me descobriu no Orkut e através da minha paixão pela música e karaokê, decidiram fazer uma matéria sobre minha vida aqui no Japão, afinal foi aqui na cidade de Kobe que ele surgiu e se espalhou pelo mundo. Com a repercussão da matéria, eles me convidaram para ser a Correspondente Internacional da revista no Japão e aceitei o desafio e não parei mais. Fui Colunista Social por 2 anos no Portal Mie/Japão, da Revista Baladas Internacional/ Suiça, na BDCiTV/EUA e na Revista Biografia/ Brasil, realizando entrevistas com várias personalidades do meio artístico. Minhas matérias são para divulgar o trabalho dos artistas, sem apelos sensacionalistas, mesmo porque meu foco é mostrar a imensidão de talentos espalhados pelo mundo sejam famosos ou não. Atualmente faço parte da equipe da Rádio Shiga, onde faço matérias artísticas e sou a idealizadora do programa musical The Best Of Brazilian Music em parceria com o Omote-san. O programa foi suspenso devido problemas interno, mas o tempo em que esteve no ar levava a música brasileira à outros países da Asia. O programa The Best Of Brazilian Music era apresentado em inglês pela DJ Shine Dory, uma filipina apaixonada pela MPB e Bossa Nova. A escolha pelo idioma foi para alcançar japoneses e estrangeiros que vivem no Japão, já que inglês é um idioma universal e os brasileiros já contavam com o acesso as informações dos artistas através das matérias publicadas por mim no site