Show de Ana Egito & Banda no Canta Arpoador Rock

Ana Egito & Banda se apresenta no Canta Arpoador Rock, na Praça Garota de Ipanema, no sábado – 20 de abril, as 19 horas. Dir. Musical de Zé Mendes, (sax/flauta), Wesley Moraes Thor (guitarra), Ary Menezes (baixo) e Carlos Henrique Charles (bateria).

Ana Egito convida: venha você também fazer parte dessa festa, comemorando o Rock que vem da alma de quem vibra com a vida. O Parque Garota de Ipanema já foi palco de artistas inesquecíveis da música nacional, como Tim Maia, Cazuza, entre tantos outros artistas que abraçaram o Rio de Janeiro.

Canta Arpoador Rock apresenta as melhores bandas do cenário carioca reunidos em um único lugar, oferecendo música de qualidade, o melhor em gastronomia de rua, cervejas artesanais, drinks, moda, decoração, artesanato e acessórios num espaço preparado para a comodidade, conforto e muita diversão do seu público.

Das modas de viola em Conservatória aos prêmios de festivais promovidos pelo SESC como melhor intérprete e composição autoral à turnê em Brandt/Berlin (Alemanha) onde morou por 8 meses representando a Música Popular Brasileira no parque temático Tropical Island.

Ana retornou ao Brasil e iniciou uma série de shows que a levaram a desenvolver seu lado jazzístico aliado a tradicionalíssima Bossa Nova, criando o projeto “Ana Egito Em Boa Companhia” onde apresenta além de releituras de grandes autores e compositores da MPB, exibe suas composições autorais. Dona de um timbre incomum metalizado, afinação impecável e interpretações teatrais, a Cantora, Compositora, Produtora Fonográfica, Escritora, Atriz, Professora, Ana nasceu e passou a infância e juventude no bairro de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Aos 27 anos de idade, começou cantando em karaokê, sendo descoberta por Ivon Cury, que ofereceu a ela a chance de se apresentar no programa “O Cassino do Chacrinha”, no qual recebeu o prêmio de “Melhor Caloura”. Ana agradou tanto que foi convidada para participar da Caravana do Chacrinha, mas logo em seguida o Velho Guerreiro faleceu. Sua apresentação foi no último programa do Chacrinha. Trabalhou como atriz de apoio na TV Manchete, em “A Hora do Pato”, sob a direção de Jayme Monjardim, fazendo o papel da cantora Maysa. Na TV Globo participou da novela “Gabriela, Cravo e Canela”, baseada na obra homônima de Jorge Amado, como atriz e cantora.

Estreou profissionalmente no ano de 1987, incentivada pelo cantor e ator Ivon Cury. Em 1991 recebeu o prêmio de “Melhor Intérprete” no “Festival de Música Popular – SESC Estadual” e nas categorias de “Melhor Música” e “Melhor Intérprete” no “Festival de Música Popular – SESC Inter-Municipal”. Participou em 1994 do LP da Banda Digno Réu, com a música de sua autoria “Manchete de jornal”. Em 2001 sua composição “Boa brincadeira” foi incluída no CD bônus da “Revista Black Beats”. Em 2012 cursou a oficina de voz “Painel Funarte de Música Popular”. Participou em 2014 do projeto “Circuito Carioca de Bossa Nova”, com curadoria de Roberto Menescal, com o show “Ana Egito Em Boa Companhia” em várias casas de espetáculos do Rio de Janeiro, como o Otto Music Hall, Casa Julieta de Serpa e Botte’s Bar (Beco das Garrafas).

No mesmo ano, montou o show “Pra lá de Baden”, no Bar Cariocando, com as participações dos músicos Zé Mendes (sax, flautas e direção musical), Zé Luiz Maia (baixo acústico), Carlos Henrique (bateria) e José Mansur Honaine (violão). Em 2014, o ator e diretor Emiliano Queiroz conheceu o trabalho da cantora e se tornou seu diretor artístico. Em 2015 gravou seu primeiro EP: “Ana Egito Em Boa Companhia”.

Ana Egito montou o espetáculo “O baile”, na casa de shows Sublime Relicário, na Lapa, centro boêmio do Rio de Janeiro, no mesmo ano. Em 2015 realizou o show de pré-lançamento do seu primeiro single “Em Boa Companhia”, no qual interpretou quatro faixas, sendo três de sua autoria: “Sorte”, “Boa brincadeira” e “Pra ser feliz”, além da composição “Linha”, de Dudu Dias Antonio e Alex Guedes.

O show, apresentado na casa noturna Cariocando, no bairro do Catete, contou com direção artística e supervisão geral do ator Emiliano Queiroz, tendo como assistente de direção Antonio dos Santos, além de participação especial do maestro Agostinho Silva, com acompanhamento de banda formada por Zé Mendes (sax, flautas e direção musical), Zé Luiz Maia (baixo acústico), Carlos Henrique (bateria) e José Mansur Honaine (violão).

Em 2016, Ana Egito trouxe para os palcos cariocas o show O Expresso de Minas, apresentando o roteiro do inesquecível  Clube da Esquina com as canções Trem Azul (Lô Borges e Renato Bastos), Maria, Maria (Milton Nascimento) Pra Lennon e McCartney (Lô Borges, Marcio Borges e Fernando Brandt), O Sal da Terra ( Beto Guedes e Ronaldo Bastos), além  das suas músicas  como Boa Brincadeira (de sua autoria) e Différence em uma parceria Franco- Brasileira com (Jean-François-Rodrigues).

O show contou com a direção e produção musical do arranjador Zé Mendes, coordenação de Paulo Marinho e a supervisão do conceituado musicólogo considerado um dos maiores pesquisadores da MPB, Ricardo Cravo Albin.

Em 2017 apresentou seu show Pimenta num Céu de Diamantes, apresentando um roteiro de clássicos maravilhosos de toda uma época como “Lucy In The Sky With Diamonds” (Lennon & McCartney), “Comme Together” (Lennon &  McCartney), “With a Litle Help From My Friends” (Lennnon & McCartney) e “Drive My Car” (Lennon & McCartney).

Além das canções dos Beatles, Ana apresenta músicas do início do Rock Progressivo, interpretando artistas e bandas nacionais e internacionais como Rita Lee, Led Zeppelin, Genesis, entre outros, além da autoral “Canto Maracatu” (Ana Egito), faixa inédita do seu projeto lançado em 2018.

Acompanhada pelos músicos ZéMendes (sax e flauta), Wesley Moraes (guitarra), Ary Menezes (baixo) e Thiago Alexandre Kabelo (bateria), a cantora interpreta também as canções “Feira Moderna” (Beto Guedes / Fernando Brandt / Lô Borges), das autorais “BlackBirds” e “Luar Blues” (Ana Egito), entre outras. A direção do show Pimenta num Céu de Diamantes, é da própria Ana, sob a Direção Musical de ZéMendes.

Ana vive e respira música, desde a infância, quando ouvia os sambas dos ensaios da escola Império Serrano na rua, que a encantavam e os guardou para sempre na memória.

Uma das músicas marcantes para Ana foi “Aquarela do Brasil”, de Silas de Oliveira. Na juventude, passou grande parte dela em Conservatório e ouvia muitas modas de viola. Na época que cantava músicas brasileiras, em uma pizzaria na Alemanha, Ana foi muito influenciada pela música clássica e erudita, através de concertos diários, além do jazz, segmentos muito comuns na Europa. Para concluir, teve como inspiração o Clube da Esquina no Brasil e o Rock’n Roll, presente desde a sua infância, quando aos 5 anos de idade cantava as músicas da musa do Rock, Rita Lee.

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Da Redação by Cleo Oshiro

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Cleo Oshiro
Sou a Cleo Oshiro, uma mineira que no ano de 2002 optou por viver no Japão com a família. Em 2010 a Revista GVK Internacional no Brasil, especializada em karaokê, me descobriu no Orkut e através da minha paixão pela música e karaokê, decidiram fazer uma matéria sobre minha vida aqui no Japão, afinal foi aqui na cidade de Kobe que ele surgiu e se espalhou pelo mundo. Com a repercussão da matéria, eles me convidaram para ser a Correspondente Internacional da revista no Japão e aceitei o desafio e não parei mais. Fui Colunista Social por 2 anos no Portal Mie/Japão, da Revista Baladas Internacional/ Suiça, na BDCiTV/EUA e na Revista Biografia/ Brasil, realizando entrevistas com várias personalidades do meio artístico. Minhas matérias são para divulgar o trabalho dos artistas, sem apelos sensacionalistas, mesmo porque meu foco é mostrar a imensidão de talentos espalhados pelo mundo sejam famosos ou não. Atualmente faço parte da equipe da Rádio Shiga, onde faço matérias artísticas e sou a idealizadora do programa musical The Best Of Brazilian Music em parceria com o Omote-san. O programa foi suspenso devido problemas interno, mas o tempo em que esteve no ar levava a música brasileira à outros países da Asia. O programa The Best Of Brazilian Music era apresentado em inglês pela DJ Shine Dory, uma filipina apaixonada pela MPB e Bossa Nova. A escolha pelo idioma foi para alcançar japoneses e estrangeiros que vivem no Japão, já que inglês é um idioma universal e os brasileiros já contavam com o acesso as informações dos artistas através das matérias publicadas por mim no site