“ASILO”: Filme de Mari Cardoso sobre a realidade de idosos abandonados por suas famílias.

Mari Cardoso: Atriz, Apresentadora, Escritora, Roteirista, Diretora, Radialista, Artista Plástica, Arte Terapeuta, Pedagoga, Psicopedagoga, acumula mais de 20 anos atuando como atriz no SBT-SP em vários programas, como destaque por mais de 17 anos na Praça é Nossa com o quadro com o saudoso “Simplício o Garoto de Itu”. Mari esta com um novo projeto, o filme “ASILO”, que mostra a realidade de idosos abandonados por famílias, em asilos e “casa de repouso”. Na última curva da vida, esses idosos se vêem no abandono total em sua maioria.

“ASILO” é um filme de Mari Cardoso e João Marinho Normando, para se refletir sobre nossa velhice, caso cheguemos lá. Com texto adaptado do espetáculo- tragicomédia “O que Fala Mais Alto” da própria Mari, a produção e filmagens foram concluídas em maio de 2018 e o lançamento esta previsto para acontecer até outubro.

Sinopse: A história relata a indiferença, o desprezo o abandono de uma idosa pelos seus netos, nora e por seu filho que esta em crise no casamento, e sobre pressão de sua esposa resolve ceder e colocar a mãe em uma casa de repouso. Ele achava que seria um local onde ela seria tratada dignamente, onde teria todo conforto, encontraria amizade, amor e a atenção que tanto precisava.

Mas nem ele e nem ninguém imaginaria o que poderia esperar de um lugar como aquele. “ASILO”, um filme que retrata a realidade impactante e emocionante, onde muitos irão se identificar com a abordagem dos maus tratos dos idosos pelas famílias.  Com participação especial dos atores:Maria Dudah Senne e Roberto Marquis, traz no elenco Mari Cardoso, João Marinho, Eduardo Senne, Rosa Simão, Érika Pagliuca, Annete Moreira Milese e grande elenco. Direção de João Marinho /Assistente de direção Mari Cardoso /Direção de Elenco: Igor Bartchevyski / Produção: JMC Produções Filmes/ Produção: João Marinho Normando.

No decorrer da sua trajetória profissional, Mari participou de mais de 20 peças teatrais entre elas: ”O Auê da galinha azul”, ”De artista e louco todo mundo tem um pouco”, ”Tropicanalha”, ”Pluft, o fantasminha”, “Os amores de casa nova”, Férias extras conjugais”, “Uma janela para o sol”, “Já que estar, deixa ficar, “A turma da Fofura no Rabo do Cometa”.

Com o espetáculo TPM: Tempo Para Mulher de sua autoria e de João Marinho, ficou em cartaz por 10 anos no teatro Bibi Ferreira. Teve como diretores nomes consagrados como: Orlando Vieira, Paulo Moraes, Atílio Ricco, Sebastião Apolônio, Gilberto Fernandes, Willem Van Veralt, Roberto Rodney, Paulo Celestino, Carlos Alberto de Nóbrega, Antonino Seabra, Wilton Franco, Antonino Seabra.

Como artista plástica realizou várias exposições de sucesso, quadros catalogados na Secretaria de Cultura em Santos, Exposição em Cuzco, Ma Chu Pichu no Peru, Teatro Maria Della Costa, IMESP, Clube Paineiras, Casa de Portugal, São Luis- Ma, Serra Negra-SP e Itanhaém-Sp, Itália, Portugal e Japão.

Como professora de Artes plásticas, desenvolveu técnicas próprias, como pintura em painéis com máscara. Na literatura teve a influência do seu saudoso avô o poeta João Ribeiro de Freitas que tinha como prima a poetisa Francisca Júlia, também um dos irmãos como escritor.

Essa influência despertou o interesse no escrever aos sete anos. Mari escreveu sua primeira poesia, quando ia passar as férias na casa dos seus avós e no ônibus sempre levava um caderninho e começava a fazer as suas viagens literárias. Ela afirma que ainda tem todas elas, guardadas em um velho caderno.

Hoje continua dando segmento na literatura. Publicou seu primeiro livro em parceria com seu marido João Marinho direcionado a dramaturgia: “TPM – Tempo Para Mulher” do nosso espetáculo. Já no segundo livro, enveredou pelo segmento infantil numa publicação independente que foi lançado na Casa das Rosas em São Paulo. Seu primeiro livro de contos desenhados do Brasil “Basta Imaginar – Contos Desenhados” é uma obra literária direcionada a educadores, psicólogos, contadores de histórias, usando a didática do subjetivo para o desenvolvimento da criança de 3 a 7 anos. Dentro desse segmento, Mari pretende se aprimorar e já está com o segundo livro em andamento.

Além dos mais de treze textos teatrais, onde dois deles já viraram roteiro de filme a TPM- Tempo Para Mulher que já esta em fase de produção e com previsão das filmagens para o final do ano de 2018 início de 2019.

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Da Redação by Cleo Oshiro

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Cleo Oshiro
Sou a Cleo Oshiro, uma mineira que no ano de 2002 optou por viver no Japão com a família. Em 2010 a Revista GVK Internacional no Brasil, especializada em karaokê, me descobriu no Orkut e através da minha paixão pela música e karaokê, decidiram fazer uma matéria sobre minha vida aqui no Japão, afinal foi aqui na cidade de Kobe que ele surgiu e se espalhou pelo mundo. Com a repercussão da matéria, eles me convidaram para ser a Correspondente Internacional da revista no Japão e aceitei o desafio e não parei mais. Fui Colunista Social por 2 anos no Portal Mie/Japão, da Revista Baladas Internacional/ Suiça, na BDCiTV/EUA e na Revista Biografia/ Brasil, realizando entrevistas com várias personalidades do meio artístico. Minhas matérias são para divulgar o trabalho dos artistas, sem apelos sensacionalistas, mesmo porque meu foco é mostrar a imensidão de talentos espalhados pelo mundo sejam famosos ou não. Atualmente faço parte da equipe da Rádio Shiga, onde faço matérias artísticas e sou a idealizadora do programa musical The Best Of Brazilian Music em parceria com o Omote-san. O programa foi suspenso devido problemas interno, mas o tempo em que esteve no ar levava a música brasileira à outros países da Asia. O programa The Best Of Brazilian Music era apresentado em inglês pela DJ Shine Dory, uma filipina apaixonada pela MPB e Bossa Nova. A escolha pelo idioma foi para alcançar japoneses e estrangeiros que vivem no Japão, já que inglês é um idioma universal e os brasileiros já contavam com o acesso as informações dos artistas através das matérias publicadas por mim no site